22 de junho de 2015

Colonização italiana: parte 2!

Confira no link abaixo a segunda reportagem sobre a colonização italiana: os quilômetros de pé no chão para frequentar as escolas, a arquitetura e a religião, que ultrapassam os séculos!
https://www.facebook.com/video.php?v=570365719736040&set=vb.421554087950538&type=2&theater

Colonização italiana em SC - parte 1!

Confira no link abaixo a primeira reportagem da série descendentes: os filhos da imigração, que mostra a história da colonização italiana no sul de Santa Catarina. É uma viagem no tempo por meio das lembranças e narrativas dos filhos e netos dos colonizadores: https://www.facebook.com/video.php?v=565910210181591&hc_location=ufi

Inspiring Action - Greenpeace

17 de junho de 2015

“Lucro é subproduto das coisas bem-feitas”. Philip Kotler 

11 de junho de 2015

Não cortem a Árvore da Pracinha da Escola Estadual de Ensino Fundamental Alfredo Westphalen!

Essa foto eu tirei no feriado da Páscoa desse ano. Eu não sei quantos anos essa árvore tem, mas eu sei que quando eu tinha 5 anos eu fui estudar nessa Escola e ela já estava lá.
É a Escola Estadual de Ensino Fundamental Alfredo Westphalen.
Lá nós aprendemos a amar e cuidar do meio ambiente e das árvores desde o prézinho, e no recreio eu e minhas coleguinhas íamos correndo para essa Árvore, onde era o nosso Clubinho, o Clubinho das Meninas. E os meninos (Marcelo A. da Silva...) ficavam ao redor subindo e descendo o barranco pra tentar entrar no club.
A árvore é um Eucalipto e em época ele dá uns "copinhos", e com esses copinhos nós brincávamos de casinha, eles eram os copinhos da casinha.
Eu tenho uma foto num álbum onde estamos eu, aPâmela Franco, a Janaína Sabino, a Tamara Wunder de Borba e a Angela Dominguez nessa árvore!
Vocês lembram que a gente brincava nessa árvore?
Pois é, pra mim ela é bastante marcante, ainda que a gente não tenha mais tanto contato, ela me lembra daquele tempo... e como era bom aquele tempo.
Só que hoje eu tive a triste notícia de que estão querendo derrubar essa árvore.
Alguém disse para a Diretora que a árvore não tem raiz profunda e pode cair. Mas de PODE para CAIR pode haver décadas de distância.
Como técnica agrícola, sei que eucaliptos possuem raízes retas que podem até atingir o lençol freático pois buscam por bastante consumo de água. Estou buscando informação com um professor de silvicultura a respeito, e quero passar a informação correta para a Diretora. Essa não é uma árvore que seja necessária autorização para o corte, mas ela tem um valor muito grande para essa Escola.
Ainda, é possível fazer um muro de contenção e preencher com terra, ao redor da árvore pra fortalecer a sustentação. Não é necessário o corte.
Eu me importo. Eu estudei lá, também minha irmã e meu irmão estudaram. E vocês e seus irmãos...
Lembram das mudas de Pau-Brasil que plantamos? Só existe um lá até hoje, e meio mal desenvolvido, isso quer dizer que depois que não estivemos mais lá pra cuidar, a Escola também não tomou conta, e agora querem cortar a Árvore da pracinha.
Eu escrevi isso para refletir, para vocês refletirem.
Eu vou falar com a Diretora com certeza.
Realmente espero que não cortem essa árvore.
Seria mais uma em Seberi.
Eu estou quase apelidando como "Seberi: cidade dos cortes de árvores".
Beijos pra vocês, antigos amigos, se quiserem/puderem/acharem que devem fazer algo a respeito, por favor o façam. Mas logo, antes que cortem a Árvore.
 — em Seberi, Rio Grande Do Sul, Brazil.

Ver no link: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=831590233598123&set=a.157202917703528.36401.100002414614295&type=1&theater





#ReduçãoNãoÉSolução


"A exceção não pode pautar a definição da política criminal e muito menos a adoção de leis, que devem ser universais e valer para todos. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência."

#ReduçãoNãoÉSolução


Argumentações:

"O voto aos 16 anos é opcional e não obrigatório, direito adquirido pela juventude. O adolescente pode votar aos 16, mas não pode ser votado.
Nesta idade ele tem maturidade sim para votar, compreender e responsabilizar-se por um ato infracional. No Brasil, a partir dos 12 anos, ele pode ser responsabilizado se cometer um ato contra a lei. 

O tratamento é diferenciado não porque o adolescente não sabe o que está fazendo. Mas pela sua condição especial de pessoa em desenvolvimento e, neste sentido, o objetivo da medida socioeducativa não é fazê-lo sofrer pelos erros que cometeu, e sim prepará-lo para uma vida adulta e ajuda-lo a recomeçar."


"O adolescente pode ficar até 9 anos em medidas socioeducativas, sendo três anos interno, três em semiliberdade e três em liberdade assistida, com o Estado acompanhando e ajudando a se reinserir na sociedade."

"Somando o total de tentativas de homicídios (747), com os homicidios (2205), latrocínio (485), tentativa de latricínio (125) e estupro (288) são 3.850 atos infracionais contra a vida cometidos por adolescentes. Esse número representa 0,01% dos mais de 26 milhões de adolescentes brasileiros."

SAIBA MAIS: Direitos Humanos

9 de junho de 2015

"Nenhum obstáculo é tão grande se sua vontade de vencer for maior."

6 de junho de 2015

Buracos na camada de ozônio teriam crescido 40% até 2013 sem o Protocolo de Montreal

Medida de contenção de uso de elementos químicos favoreceu recuperação da proteção natural

Os buracos da camada de ozônio poderiam ter crescido 40% até o ano de 2013 se o Protocolo de Montreal não tivesse sido estipulado. A conclusão consta de um estudo divulgado nesta terça-feira, 26 de maio, pela revista cientifica britânica Nature.
Estipulado em 1987, o Protocolo de Montreal é um tratado internacional que entrou em vigor em 1989 e que foi desenhado para proteger a camada de ozônio ao reduzir a produção e o consumo de várias substâncias que são responsáveis por seu desgaste.
Desde que entrou em vigor, o protocolo restringiu o uso de elementos com altas concentrações em cloro, bromo e outras substâncias prejudiciais à camada de ozônio, o que fez com que esta fosse melhor preservada.
Saúde e clima
A equipe de pesquisadores, liderada pelo professor Martyn Chipperfield, da Universidade de Leeds, utilizou um modelo de química atmosférica para descobrir como o Protocolo de Montreal afetou a camada de ozônio.
Os efeitos para a saúde são difíceis de serem quantificados, mas o estudo estima que aumentou a quantidade de ozônio na estratosfera, o que pôde reduzir os casos de câncer de pele e preservar as temperaturas da atmosfera.
O professor Chipperfield afirmou que sua pesquisa "confirma a importância do protocolo de Montreal e mostra que, graças a ele, foram obtidos benefícios" no que se refere à conservação da camada de ozônio.
"Sabíamos que este protocolo serviria para preservar a perda de ozônio em grande escala, mas com este estudo descobrimos que as coisas poderiam ter sido muito piores se não tivesse sido assinado", destacou o especialista.
Fonte: EcoD