30 de janeiro de 2013

Arnaldo Jabor - Os Gaúchos

O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser.

Começa que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos. Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis.

Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos.
É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"

Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la. Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta.
Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três.

Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais. Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).

Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País.

Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas.
O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde. E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!! rss) Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)?
Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.

Aos meus amigos gaúchos e não gaúchos, um forte abraço!

Arnaldo Jabor - Os Gaúchos

Sábio Quintana

"As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer as delas. Temos que nos bastar, nos bastar sempre, e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam, não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.” 

Mário Quintana


"Por isso, da próxima vez que me encontrar; não estranhe se ganhar o abraço mais apertado que já te dei. Não me leve a mal se te beijar o rosto com carinho, não pense que estou louco, se me ver dizendo que te amo, não me critique por parecer um idiota quando encontrar minha mãe novamente, por enchê-la de beijos, mesmo homem feito e criado. Não se surpreenda se descobrir que é muito mais importante pra mim do que pensava. E acredite me importo muito mais do que demonstro, sinto muito mais do que exponho, sofro muito mais do que confesso, amo muito mais do que revelo."
"Realmente, sensibilidade temos no nosso interior, às vezes não deixamos transparecer por mera vaidade ou vergonha mas, em horas como essa ela vem à tona e começa a falar por vontade própria." 

Bruno Guedes


29 de janeiro de 2013

Transmito aqui a solidariedade e a iniciativa do meu amigo Eduardo Sauthier Monteiro:

"Amigos do facebook, gostaria de pedir a ajuda de todos para que essa família fosse ajudada. A mãe Elaine, perdeu a dois anos no dia 26-01-2011 seu marido, pai de Deivis Marques Gonçalves e de Gustavo Gonçalves, os dois que, infelizmente, vieram a óbito na tragédia do incêncido na boate kiss em Santa Maria - RS. Enfim gostaria que todos compartilhassem para que tenhamos chance de chegar a mídia e que essa possa ajudar e tentar dar uma vida digna a essa mãe que está sem chão. Escrevi para o quadro Lar Doce Lar e gostaria de compartilhar aqui com todos o que enviei. Desde já agradeço a todos que nos ajudarão.

Olá Luciano, primeiramente gostaria de parabenizar pelo seu programa Caldeirão do Hulk, mais precisamente pelos quadros em que o senhor ajuda famílias carentes que precisam de um anjo da guarda como você. Pois bem, me chamo Eduardo S. Monteiro (19) e moro em Santa Maria, cidade em que ocorreu a tragédia do incêndio na boate Kiss no dia 27.01.2013. Perdi muitos amigos e conhecidos, mas o que mais me chamou a atenção foi o caso de dois irmãos, um deles Gustavo Marques Gonçalves (25) – melhor amigo do meu irmão Guilherme S. Monteiro - que veio a falecer hoje (29.01.2013) com mais de 70% do corpo interno queimado. Antes dessa falência, já lamentávamos muito pela morte de seu irmão Deives Marques Gonçalves (32), o qual – pelo o que conhecemos e sabemos o grande homem que foi – não deve ter tentando se salvar antes de achar seu irmão Gustavo. Sei que existe muitas famílias que precisam de seu ajuda, mas só convivendo com a família Gonçalves para ter uma dimensão da dificuldade que eles têm. Os dois meninos trabalhavam e ajudavam sua mãe nas contas da casa. Essa mãe que se chama Elaine, uma mulher guerreira que já tinha perdido seu marido Elói no dia 26.01.2011 e sua mãe a cerca de três meses atrás. Reside ainda consigo uma filha, muito apegada com seus irmãos que vieram a óbito nessa tragédia. Sabemos as dificuldades que eles passam para se manter. O muro que divide seu terreno com uma vizinha, e faz parte da parede de sua casa, está rachando e corre risco de desabamento, sem falar no estado do resto da casa de madeira com pequenos espaços dentro. Não possuem carro e nenhum tipo de luxo, uma família humilde, porém muito, muito honesta. Sobrevivem agora da venda de doces e salgados feito pela mãe Elaine. Gustavo e Deives, sem dúvida, eram dois grandes homens de corações imensos, sempre procurando ajudar aos outros por mais dificuldades que passavam. Gostaria em nome da cidade de Santa Maria, em nome dessa mãe guerreira que está sem chão, que o senhor fizesse o quadro Lar doce lar com essa família, que mais do que nunca precisa de muita ajuda, essa que seria muito bem vinda se partisse do seu programa. Nós da família Sauthier Monteiro, amigos da família Gonçalves estamos dispostos a fazer qualquer coisa, repito, qualquer coisa para ajudar essa mãe que precisa de muito apoio. Desde já agradeço pelo sua atenção e torço para que possamos juntos dar uma vida digna para dona Elaine, para que ela – mesmo sendo difícil – possa viver o resto da sua vida em um estado melhor.

Atenciosamente Eduardo Sauthier Monteiro
29-01-2013, Santa Maria – RS"

28 de janeiro de 2013

Livraria El lugar de la Mancha

Livraria El lugar de la Mancha (El Péndulo), Cidade do México, México.
Está entre as 10 livrarias mais lindas do mundo. Possui um pequeno acervo de livros em Inglês, e é famosa pelas suas árvores dentro da loja. É também famosa pelo café.
 

O dia mais triste de Santa Maria

Acordo às 6h e pouco com a ligação de um amigo preocupado querendo saber se eu estava bem, e fico sabendo o que estava acontecendo na minha querida Santa Maria/RS. Acompanhei então durante o dia todo, distante pois não estou em Santa Maria, pela internet, pelo facebook, pelo Diário de Santa Maria e pela Rádio Gaúcha Santa Maria, as notícias do resgate das pessoas que estavam na Boate Kiss...
Muito triste, muito agoniante, um choque, nem sei encontrar as palavras pra descrever... Só restou que, ao fim do dia, infelizmente junto com mais de 200 vítimas estavam pelo menos 3 amigas, e ainda está um amigo em estado grave no hospital.
Uma tragédia horrível marcou esse dia...marcou nossas vidas.
Um dia muito difícil e triste, foi esse domingo, um dia de agonia pela espera de informações, de tristezas, um dia inesquecível. 
Mas também um dia de fé pelas pessoas que precisam se recuperar ainda no hospital, compaixão, solidariedade e força aos amigos e familiares. Preces de luz às pessoas que se foram, que sintam o amor e sigam em paz, que Deus ilumine à todos.

"Lembra a criatura querida que não mais te compartilha as experiências no Plano Físico, não por pessoa que desapareceu para sempre e sim à feição de criatura invisível mas não de todo ausente. Os que rumaram para outros caminhos, além das fronteiras que marcam e desencarnação, também lutam e amam, sofrem e se renovam. 
Enfeita-lhes a memória com as melhores lembranças que consigas enfileirar e busca tranqüiliza-las com o apoio de tua conformidade e de teu amor."
(Emmanuel)



22 de janeiro de 2013

Pessoas religiosas agem por compaixão menos que ateus e agnósticos

Quando se trata de ajudar o próximo, ateus e agnósticos são mais propensos a agir por compaixão do que pessoas religiosas. Pelo menos foi o que um novo estudo descobriu.
Os resultados não querem dizer que pessoas que são altamente religiosas não fazem doações ou não ajudam, mas sim que a caridade é movida por outras coisas, que não a compaixão.
Segundo Robb Willer, coautor do trabalho e psicólogo social da Universidade da Califórnia, Berkeley (EUA), o estudo descobriu “que para pessoas menos religiosas, a força de suas conexões emocionais a outras pessoas é crítica para determinar se elas vão ajudar esta pessoa ou não. As pessoas mais religiosas, por outro lado, baseiam sua generosidade menos na emoção, e mais em outros fatores, como doutrina, identidade comunal, ou preocupações com a reputação”.
O interesse nesta questão partiu de Laura Saslow, uma das coautoras e atualmente estudante de pós-doutorado na Universidade da Califórnia, São Francisco. Um amigo não religioso se lamentou ter doado dinheiro para a recuperação do terremoto no Haiti somente depois de ver um vídeo emocionante de uma mulher sendo retirada dos escombros, e não por uma compreensão lógica de que a ajuda era necessária.
A experiência de ateus sendo influenciados por emoções para mostrar generosidade para estrangeiros fora então replicada em três grandes estudos sistemáticos.
No primeiro, Saslow e colegas analisaram dados de uma pesquisa nacional que consultou mais de 1.300 adultos em 2004. Nesta pesquisa, atitudes de compaixão foram ligadas a comportamentos generosos, e se descobriu que esta ligação era mais forte entre ateus e pessoas com religiosidade fraca do que entre as que eram bem religiosas.
No segundo experimento, 101 adultos viram um vídeo neutro ou emocional sobre crianças pobres. Elas receberam então 10 dólares falsos e lhes disseram que poderiam dar quanto quisessem para um estranho. Os menos religiosos eram os que davam mais depois de ter visto primeiro o vídeo emocional.
Finalmente, 200 estudantes relataram seu nível atual de compaixão e então jogaram jogos econômicos em que eles recebiam dinheiro para compartilhar ou não com um estrangeiro. Os que eram menos religiosos, mas estavam passando por um momento de compaixão dividiram mais.
Para entender os fatores que motivam a generosidade nas pessoas religiosas são necessários mais estudos. Porém, a pesquisa recente mostra claramente que a compaixão e empatia não são os únicos fatores.
Willer resume as descobertas em uma frase: “A pesquisa sugere que, apesar de pessoas menos religiosas tenderem a ser vistas com mais desconfiança nos EUA, quando elas sentem compaixão, são muito mais inclinadas a ajudar seus semelhantes do que pessoas religiosas”. [Huffington Post]


 

21 de janeiro de 2013

'''Caminhava sozinho
em uma madrugada de segunda,
um vento gelado tocava em minha Alma,
e mesmo assim deixava, a minha blusa para trás,
e caminhava plantando lágrimas em
minha própria Alma, só depois que eu acordava
eu colhia sorrisos, pelo meu amor , pela minha fé.

O tempo me ensinou , que
a única coisa que realmente
anestesia a nossa Alma é o
Amor.

Certas aventuras devem acontecer
somente uma vez, porque
é sempre a primeira que fica
escrita para sempre no coração.

Eu caminhava sozinho em silêncio
de longe eu avistava alguém que não
estava lá realmente, só então percebi que
estava com medo de mim mesmo.

Então eu olhava para mim , e enxergava
o Amor longe de Mim. Comecei a olhar dentro
de Mim , foi quando eu descobri que a cura
habitava em minha Alma , e ela me chamava
sorrindo , mesmo quando o brilho dos
meus olhos estava escrito um poema triste.

A vida é cheia de pecados que
não foram perdoados , porque não era
Amor, e sim desejos. Só o Amor perdoa.

Embriagado de paixão , um caminho
de muitos Amores , com somente
uma aliança em segredo eu escondia,
o Amor que estava em mim.

Hoje talvez seja o amanhã que
tanto me preocupava,
deixei de ser , para me tornar.


Minha Alma não é para a terra, ela
já está em outra dimensão , eu estou
aqui por acaso, em breve voltarei
para Casa , e deixarei uma semente,
chamada , Amor.''

Rhenan Carvalho

9 de janeiro de 2013

"E o certo é que eu não sei o que virá. 
Só posso te pedir que nunca se leve tão a sério,
 nunca se deixe levar, 
que a vida é parte do mistério, 
é tanta coisa pra se desvendar..." 

Lenine in 'Todos os caminhos'

"Um bom poema é como uma cerveja gelada
quando você está na fissura
um bom poema é como um delicioso sanduíche 

quando você estáfaminto
um bom poema é uma arma quando
a bandidagem te cerca
um bom poema é algo que
te permite andar pelas ruas da
morte
um bom poema faz a morte derreter como
manteiga
um bom poema emoldura a agonia e
a pendura na parede
um bom poema faz seus pés tocarem
a China
um bom poema faz a mente estilhaçada
voar
um bom poema torna possível cumprimentar
Mozart
um bom poema possibilita que você jogue dados
com o diabo
e vença
um bom poema pode quase tudo
e o mais importante
um bom poema sabe quando
parar." 

Charles Bukowski

"Eu sou assim, ligada na tomada.
Sempre querendo encontrar uma razão pra tudo.
Pessoas como eu sofrem mais. Se decepcionam mais.
Por outro lado, crescemos.
Evoluímos.
Amadurecemos.
Nada é estático em nossas vidas.
Nada é à toa.
Tudo ganha uma compreensão,
tudo é degrau, tudo eleva."  


Martha Medeiros

2 de janeiro de 2013

''Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço.''

Immanuel Kant



''Limitações são fronteiras criadas apenas pela nossa mente.''
Provérbio Chinês

''Existem almas
que contam segredos
através de um simples olhar.

Certos olhares contam histórias
e mudam o destino de quem deixou
de olhar, para estar , para ousar
se jogar sobre o silêncio de um olhar.
Alma muitas vezes gosta de falar pelo olhar , o que
a boca tem vergonha de falar.
É sempre um sinal de bom coração ,
uma emoção que a alma guardou em segredo
em seu coração, a alma não resistiu e acendeu
uma Luz em seu olhar.

A Voz de um eco
flutua sobre um véu
além dos limites , além
do Céu encontra-se uma
Alma em sua alma , essa
Alma ecoa em seu
Olhar.

Sentir e ver
apreciar e ouvir.

Não procure visão espiritual ,
Eternize-a em sua Alma. ''

Rhenan Carvalho

"Definindo a Magia" Charles Bukowski

Um bom poema é como uma cerveja gelada
quando você está na fissura
um bom poema é como um delicioso
sanduíche quando você está
faminto
um bom poema é uma arma quando
a bandidagem te cerca
um bom poema é algo que
te permite andar pelas ruas da
morte
um bom poema faz a morte derreter como
manteiga
um bom poema emoldura a agonia e
a pendura na parede
um bom poema faz seus pés tocarem
a China
um bom poema faz a mente estilhaçada
voar
um bom poema torna possível cumprimentar
Mozart
um bom poema possibilita que você jogue dados
com o diabo
e vença
um bom poema pode quase tudo
e o mais importante
um bom poema sabe quando
parar.

"Jogue o Dado" - Charles Bukowski

Se você vai tentar, vá com tudo
Senão, nem comece.

Se você vai tentar, vá com tudo

Isso pode significar perder namoradas,
esposas, parentes, empregos
e talvez a cabeça.

Vá com tudo.

Isso pode significar ficar sem comer por 3 ou 4 dias
Pode significar passar frio num banco de praça
Pode significar cadeia, menosprezo, insultos, isolamento.

Isolamento é o presente
todos os outros são um teste da sua resistência
de quanto você realmente quer fazer isso.

E você vai fazer

Apesar da rejeição e dos piores infortúnios
E isso será melhor do que qualquer coisa
que você possa imaginar.

Se você vai tentar, vá com tudo.

Não há outro sentimento como esse.
Você ficará sozinho com os deuses
e as noites irão flamejar como fogo.

Faça, Faça, Faça

Vá com tudo, por todos os caminhos
Você cavalgará a vida direto até a gargalhada perfeita
essa é a única boa luta que existe.