1 de julho de 2010

Revolução Educacional

"PODERÍAMOS DIZER QUE A EDUCAÇÃO COMPREENDE QUATRO DIMENSÕES BÁSICAS: A CIDADANIA, O LAZER, O TRABALHO E A CULTURA. CADA UMA DELAS, COM A SUA NOTA DISTINTIVA: A DIMENSÃO POLÍTICA, A DIMENSÃO CRIATIVA, A DIMENSÃO SOCIAL E A DIMENSÃO QUE É CHAVE E SÍNTESE DAS DEMAIS - A DA CONSCIÊNCIA SIGNIFICANTE, ATRAVÉS DA QUAL SE ORGANIZA O UNIVERSO HUMANO. É EVIDENTE QUE O QUE DISTINGUIMOS AQUI SÃO APENAS PREDOMINÂNCIAS, JÁ QUE OS QUATRO ASPECTOS BASICAMENTE SE CONFUNDEM. [...] PODERÍAMOS DIZER, AINDA, QUE A EDUCAÇÃO COMPLETA É A QUE REÚNE OS QUATRO ASPECTOS, FORMANDO, JUNTOS, A SUA COERÊNCIA LÓGICA, MAS TAMBÉM, CORRESPONDENTEMENTE, A QUE ENGLOBA TODOS OS SEGMENTOS DA SOCIEDADE E LHE TRADUZEM A COERÊNCIA SOCIOLÓGICA." 

(DURMEVAL TRIGUEIRO MENDES, PARA UMA FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL E MÉDIA, P.92)

 http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpn&cmm=15785200

Um pouco sobre o Princípio da Isonomia

O princípio da isonomia está consagrado no art. 5º, caput, da CF “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Também está disperso por vários outros dispositivos constitucionais, tendo em vista a preocupação da Carta Magna em concretizar o direito a igualdade. Cabe citar os mais importantes: a) igualdade racial (art. 4º, VIII); b) igualdade entre os sexos (art. 5º, I); c) igualdade de credo religioso (art. 5º, VIII); d) igualdade jurisdicional (art. 5º, XXXVII); e) igualdade de credo religioso (art. 5º, VIII); f) igualdade trabalhista (art. 7º, XXXII); h) igualdade tributária (art. 150, II); h) nas relação internacionais (art. 4º, V); i) nas relações de trabalho (art. 7º, XXX, XXXI, XXXII e XXXIV); j) na organização política (art. 19, III); l) na administração pública (art. 37, I).

A isonomia deve ser efetiva com a igualdade da lei (a lei não poderá fazer nenhuma discriminação) e o da igualdade perante a lei (não deve haver discriminação na aplicação da lei).

Marina rejeita participar de debate sem isonomia

A coordenação da campanha da candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva (AC), enviou ontem à Direção da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária) carta na qual recusa o convite feito pela entidade para participar de sabatina ao lado do ex-governador José Serra, presidenciável do PSDB, no próximo dia 1º de julho.
No documento, João Paulo Capobianco, coordenador-executivo da campanha de Marina, assinala que a decisão se deve ao fato de a entidade não atender à solicitação de rever as regras de condução do evento com os candidatos, previsto para acontecer em Brasília.
Capobianco destacou que “dada a vinculação legítima de dirigentes da CNA com a candidatura adversária, apenas o conhecimento dos temas definidos para as perguntas não asseguraria a necessária isonomia para que as visões estratégicas sobre a condução do agronegócio brasileiro fossem expostas adequadamente”.
Para evitar o risco de a imparcialidade da iniciativa ser posta em dúvida, o coordenador lembrou que foi sugerido à direção da Confederação que “as questões de interesse do setor fossem levadas aos candidatos com antecedência, a exemplo de encontros com presidenciáveis promovidos por outras entidades representativas do empresariado brasileiro ou do municipalismo”.
Por fim, lembra ainda que o documento que seria, segundo a assessoria da CNA, referência para a sabatina só foi encaminhado para a campanha de Marina no final da tarde desta segunda-feira, enquanto o candidato do PSDB já havia tido conhecimento de sua versão inicial em abril passado.

Leia a seguir a íntegra do comunicado enviado para a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu (DEM-TO).

Prezada senadora Kátia Abreu,

A coordenação da campanha da candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva (AC), vem por meio desta declinar o convite para participação da presidenciável no evento previsto para o próximo dia 1º de julho, promovido pela CNA, em que seria sabatinada por lideranças da agricultura e pecuária brasileiras, ao lado do ex-governador José Serra, seu concorrente do PSDB na disputa eleitoral deste ano.
Até a tarde desta segunda-feira, dia 28, a coordenação da campanha de Marina aguardou, sem sucesso, sua resposta à reivindicação, apresentada 48 horas antes, para revisão das regras da sabatina.
Na oportunidade, foi levado ao seu conhecimento nosso incômodo com o fato de que, dada a vinculação legítima de dirigentes da CNA com a candidatura adversária, apenas o conhecimento dos temas definidos para as perguntas não asseguraria a necessária isonomia para que as visões estratégicas sobre a condução do agronegócio brasileiro fossem expostas adequadamente.
Sugerimos que as questões de interesse do setor fossem levadas aos candidatos com antecedência, a exemplo de encontros com presidenciáveis promovidos por outras entidades representativas do empresariado brasileiro ou do municipalismo. Assim, se evitaria o risco de a imparcialidade da iniciativa ser posta em dúvida.
Também vale ressaltar que Marina Silva só teve acesso ao documento “O que Esperamos do Próximo Presidente – A Agricultura Pede Passagem” no final desta tarde (mais precisamente às 17h02). O texto, segundo a assessoria da CNA, deveria servir de referência aos presidenciáveis. José Serra, por sua vez, teve a oportunidade de ser apresentado à versão primeira do mesmo conteúdo em abril, quando esteve presente na Expozebu, em Uberaba (MG), evento para o qual a candidata do PV não foi convidada.
Apesar desses equívocos, que temos certeza serão evitados em oportunidades futuras, a senadora Marina Silva volta a expressar a sua disposição para a manutenção do diálogo com as lideranças da CNA. Isso porque reconhece a importância estratégica do setor para o desenvolvimento do país e por acreditar que pode se somar aos esforços para a construção de uma nova visão para agricultura e pecuária brasileiras. E, assim, tornar o setor cada vez mais competitivo e respeitado dentro e fora de nossas fronteiras, tanto pela qualidade dos produtos, quanto pelo respeito ao meio ambiente, à promoção da responsabilidade social e à contribuição ao desenvolvimento sustentável.

Certo de que contarei com a sua compreensão, despeço-me.
Atenciosamente

João Paulo Capobianco
Coordenador-executivo da Campanha de Marina Silva à Presidência da República pelo Partido Verde

Visite MOVIMENTO MARINA SILVA em: http://www.movimentomarinasilva.org.br

Food Films

por Veronica Schneider, redação ONNE

Sabor da Paixão (2000)

Além de falar sobre a arte culinária, o filme traz Penélope Cruz e Murilo Benício, como seu par, numa produção da Fox gravada no Brasil. Penélope interpreta Isabella, uma jovem que vive em uma cidade da Bahia com Toninho (Murilo Benício) e tem o dom de aguçar o paladar e os sentidos de todos os clientes do restaurante de seu marido.
Enquanto seu talento fica escondido na cozinha, Toninho se apresenta no salão todas as noites, mostrando seu dom musical e seus encantos. Isabella decide, então, livrar-se do casamento e partir para São Francisco, nos Estados Unidos, para realizar seu sonho de tornar-se uma verdadeira e reconhecida chef de cozinha.

A Festa de Babette (1987)

Duas irmãs adolescentes, Martina e Philippa, vivem em um vilarejo na costa da Dinamarca com o pai, um devoto pastor protestante que prega a salvação através da renúncia. Assim, as meninas sacrificam sua juventude e continuam mantendo os ensinamentos do pai entre os habitantes, mesmo depois de sua morte. Em uma noite de 1871, Babette, uma parisiense refugiada da guerra civil na França, bate à porta das irmãs pedindo trabalho e é contratada como faxineira e cozinheira. 
Logo, a cozinheira tenta mudar a vida das irmãs e da cidade, então, oferece um banquete francês aos habitantes, mas isso escandaliza os moradores mais velhos do lugar. Assim, Babette começa a apavorar a cidade que se rende aos talentos da francesa. O filme rendeu ao diretor Gabriel Axel o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 1988. 



Sem Reservas (2007)

Um remake do alemão Simplesmente Martha, Sem reservas é estrelado por Catherine Zeta-Jones (Kate) e Aaron Eckhart (Nick Palmer). O filme é uma deliciosa história de amor que começa na cozinha, mas não é o caso de “conquista pelo estômago”, já que os dois, Nick e Kate, são grandes cozinheiros.
Chef de um sofisticado restaurante de Manhattan, Kate leva seu trabalho com muita seriedade. Já Nick é contratado para o mesmo lugar como subchef e Kate é obrigada a conviver com uma pessoa completamente diferente. O animado especialista em culinária italiana tenta alegrar a todos na cozinha e gosta de ouvir ópera enquanto trabalha. No final das contas, Kate acaba se rendendo aos encantos de seu novo parceiro.
  














Ratatouille (2007)

Qualquer um pode cozinhar! Essa é a maior lição dessa linda história da Pixar, que acontece em torno da vida de Remy, um rato que vive em Paris e sonha em se tornar um grande chef, e Linguini, o ajudante de cozinha do Gusteau’s, restaurante do falecido August Gusteau, herói culinário de Remy. Um dia, o ratinho percebe que o esgoto em que mora é exatamente embaixo do restaurante e decidi vistar a cozinha do lugar.
Assim, conhece Linguini e resolve ajudar o garoto, que não sabe cozinhar, a manter seu emprego. Os dois viram parceiros e Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini, indicando os ingredientes que ele deve pegar. Ramy prepara verdadeiras delícias, mas quem teria coragem de comer pratos preparados por um rato?


O Amor Está na Mesa (1998)

Assim como o ratinho Remy de Ratatouille, o personagem de O amor está na mesa, interpretado por Jason Lee, também precisará conquistar os críticos gastronômicos para reerguer um conceituado restaurante endividado.
O personagem é Loren, um jovem cozinheiro que serve pratos requintados na Marinha americana, mas é expulso de lá depois de discutir com um dos oficiais. Assim, Loren vende sua moto e vai tentar a carreira na França, conquistando a vaga de chef em um dos mais badalados restaurante, comandado pelo chef Louis Boyer e sua filha, por quem Loren se apaixona.

A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971/2005)

Para as crianças de hoje em dia Willy Wonka é interpratado pela assustadora imagem de Jhonny Depp. Na verdade, a versão de 2005 é apenas um remake do filme orignal lançado em 1971. O que importa é que as duas versões têm o mesmo enredo, que deixa qualquer um com vontade de comer um dos chocolater Wonka.
Mas, o sortudo da história é Charlie Bucket, um menino pobre, que acha um dos cobiçados "bilhetes dourados" que dá o direito vitalício aos deliciosos chocolates, além de poder conhecer a misteriosa fábrica Wonka. Assim, ele e mais quatro crianças começam uma aventura pelo local. O anfitrião, ao mesmo tempo que faz as crianças matarem seus desejos, as faz pagarem um preço por isso.















Julie & Julia (2009)

Baseado em duas histórias reais, o filme intercala a vida de duas mulheres: Julia Child (Meryl Streep) e Julie Powell (Amy Adams). Julia é uma americana que vai para Paris por conta do trabalho de seu marido, Paul (Stanley Tucci). Em uma cidade nova, ela busca algo para passar o tempo e acaba se interessando por culinária e ganhando um programa de TV sobre o assunto.
Cinquenta anos depois, Julie, que está prestes a completar 30 anos, se vê frustrada com a vida que leva. Em busca de um novo objetivo, ela resolve passar um ano cozinhando as 524 receitas do livro que Julia Child escreveu, Mastering the Art of French Cooking, criando um blog para relatar suas experiências culinárias.