20 de janeiro de 2018

7 coisas que você precisa saber sobre os millennials

Nasci em 1991 e faço parte da geração Millennial. Achei muito interessante esta matéria que trago para vocês! Boa leitura! Bibiana
Eles não são como nós. Foram feitos para serem livres pensadores, conectados, famintos e questionadores
(*) Por Carlos Dominguez 
A geração Millennial está mudando o mundo. São a faixa etária mais expressiva no mercado de trabalho norte americano e, globalmente, têm um poder de compra de U$2,45 trilhões. No Brasil, a consultoria Booz Allen diz que a geração millennials será 44% da população economicamente ativa do país até 2016, movimentando R$ 268 bilhões. Isto faz deles, sem dúvidas, os mais importantes colaboradores das empresas.
Como um Baby Boomer, eu ainda não passei um dia sem ouvir alguém da minha geração lamentando sobre estas benditas crianças. Eles são mimados; eles são preguiçosos (e de alguma forma sempre precisando de atenção); são viciados em seus telefones celulares. As acusações, algumas vezes, são justificáveis. Mas elas decorrem de um sério mal entendido.
Os Millenials não são como nós. Eles foram feitos para serem livres pensadores, conectados, famintos e questionadores. Eles quebram todas as regras dos escritórios. Isso significa que você, o chefe, com 30 anos de experiência, o veterano – tem que mudar sua forma de pensar para utilizar ao máximo os atributos únicos deles.
Aqui estão sete coisas que você deve saber sobre seus colegas mais jovens, para que possa estimulá-los.
1. Eles são profissionais e pessoais ao mesmo tempo

Nós boomers bebemos da fonte da carreira acima de tudo. Os Millennials cresceram vendo seus pais sacrificarem suas vidas pessoais por objetivos profissionais, e não estão dispostos a fazer o mesmo. Trabalho e casa não são coisas separadas para eles. Eles jogam enquanto trabalham e trabalham enquanto jogam. Os Millennials executam múltiplas tarefas e fazem malabarismo. Eles esperam que seus empregos sejam tão flexíveis quanto eles. Comparados com outras faixas etárias, Millennials são os mais propensos a aceitar redução salarial, renunciar uma promoção ou se realocar com o objetivo de manter vida pessoal e profissional balanceadas.

Se você quer atrair e manter Millenials, você tem que deixá-los trabalhar em seus próprios termos. Você tem que renunciar à mente fechada.
2. Eles vão tentar fazer a diferença
Millennials não vão tentar vencer no trabalho sem esforço. Eles querem sempre provar para que vieram, querem sempre ter um bom desempenho.
Eles têm mais opiniões – muitas mesmo – mas também um alto índice de criatividade, maior do que qualquer outra geração. É assim que a inovação é gerada, e para o seu negócio sobreviver, você tem que começar a apostar em iniciativas novas. Deixe-os fazer a diferença.

3. Eles querem ser empoderados

Millennials foram criados para acreditar que cada um deles merece estar à frente das coisas. Eles são assertivos com os mais experientes, procuram por feedbacks regulares (e apreciam isso). Esperam relações recíprocas com seus líderes. Eles demandam reconhecimento. Isto não é insubordinação, é motivação.
Millennials irão trabalhar por toda a organização para vê-la se movimentando e prosperando. Se você der oportunidades a eles para demonstrar liderança, eles irão sempre além, irão se superar, e trabalhar pelas madrugadas para finalizar suas atividades.
4. Eles querem mudança constante
Pessoas jovens, entrando no mercado de trabalho agora, podem esperar ter em torno de 15 a 20 empregos no curso de suas vidas. O “portfolio worker” talvez seja a classe que mais cresce no mercado de trabalho. E mesmo que eles sempre estejam mudando de emprego, isso não indica, necessariamente, falta de lealdade à companhia. A devoção deles tem limites – igualzinha a dos cliente moderno.
Eles não se impressionarão pelas promessas de crescimento profissional para daqui 10 anos. Eles querem saber o que eles farão amanhã e qual será o próximo desafio. Se você quer tê-los por perto, seu negócio precisa se adaptar a este senso de urgência.
5. Eles sabem tudo
Ao menos, eles acham que sabem. Se você não concorda, considere que o problema pode simplesmente estar no significado da palavra saber. Para esta geração, saber algo é o mesmo que ter acesso a isso. Eles pensam: “porque devo memorizar esta frase quando eu posso procurá-la a qualquer momento?”
Eles trabalham e aprendem não com suas cabeças, mas com as pontas de seus dedos. Eles sabem instintivamente como achar um dado, o que desafia o aprendizado tradicional.
6. Geralmente eles entendem muito de tecnologia
Millennials têm sede de conhecimento. E por “conhecimento”, eu quero dizer gadgets. Eles são naturalmente especializados em tecnologia: eles gostam de mudança, experimentação, usam bem o que aprendem. Seus colaboradores desta geração são muito ligados à tecnologia. Eles têm habilidades que você não tem. Ao invés de ter medo, eles aceitam com entusiasmo.
Você já sabe que seu negócio tem que trazer novas tecnologias para sobreviver, então deixe os millennials serem seus guias na adoção de novos softwares e ferramentas.
7. Eles são o fio condutor com seus clientes
Muitos de seus clientes são millennials, e o caminho para atingi-los está dentro de sua organização. Seus colaboradores desta geração podem ser de muita ajuda para conectar sua empresa ao buzz online, respondendo às solicitações dos clientes, resolvendo seus problemas, e ajudando a construir a voz do cliente moderno (e super conectado) em seu negócio.
Pequenos passos que você pode tentar
Millennials podem ser mais difíceis de recrutar, reter, motivar e gerir do que qualquer outra geração, mas eles podem ser também os de mais alta performance. Eles serão uma salvação para quem conseguir geri-los. Aqui estão algumas pequenas mudanças que você pode fazer imediatamente para explorar o potencial deles.
Mentoria Reversa
Eu pedi para minha filha me ajudar com o Snapchat dia desses. E assim que novos apps e redes começam a brotar, tenho certeza que terei mais exemplos dela me mostrando como utilizar. O mesmo pode ser aplicado em uma configuração de negócios. Os Millennials são geralmente o primeiro grupo a adotar uma nova plataforma ou tecnologia – os executivos podem prestar atenção nestes early adopters para que eles os aconselhem em novas iniciativas.
"Cliente 0"
Você pode gastar milhões para conduzir pesquisas e implementar testes de programas beta. Ou você pode olhar para os indivíduos de dentro de sua organização e testar com eles novos produtos e atualizações. Os Millennials podem ser seus novos “Clientes 0”.
Check-ins mensais
Por último, e mais óbvio, fale com eles. Faça reuniões com os Millennials de seu departamento mensalmente para pegar insights. Pergunte para eles: o que vai bem? O que deve ser melhorado? Qual seu novo aplicativo favorito?
Para encerrar
Quebrar as barreiras entre gerações não requer esforços absurdos – pode começar com uma conversa. E você pode se surpreender com o que vai descobrir.

* Carlos Dominguez é presidente e COO da Sprinklr

FONTE: PróXXima

30 de novembro de 2017

Para a devida continuidade...

Retomando às coisas boas, interessantes e de preencher a alma, eu gostaria de trazer aqui um texto da Morena Cardoso, idealizadora do movimento Danza Medicina, que recebi na newsletter.

Convido a ler e visitar o site da Danza Medicina.

Hermana,
 


Este é um momento de reconexão com nosso corpo de mulher e com toda a sabedoria que ele carrega. 
Não deveríamos mais nos importar tanto com as formas, tamanhos, presença ou falta de qualquer estética em nosso corpo... Não deveríamos mais nos iludir com qualquer padrão de beleza, ostentação e juventude eterna.
Está na hora de crescer como mulher, como humanidade, e se conectar com o que é real e verdadeiro.
Já não conhecemos mais o verdadeiro cheiro de uma mulher; protegidas por sabonetes íntimos para "retirar o odor natural", a indústria se vangloria com um feminino em verniz pasteurizado.
Pouco lembramos sobre como o corpo de uma mulher madura se parece; a retirada de nossos pêlos é estimulada desde muito novas... A única fase em que uma mulher não tem pêlos é antes da puberdade; O que estaríamos incentivando aqui? 
Agora é a hora de honrar o nosso útero e despertar toda a memória da humanidade que existe dentro dele. 
Está no momento de honrar o nosso sangue, nossa menstruação, sabendo que é através deles que existe a renovação e a continuidade da vida na Terra. 
Está na hora de acalmar um pouco este capitalismo patriarcal e dar mais tempo aos nossos tempos! Tempo para menstruar em paz, tempo para parir naturalmente, para amamentar sem pressa, tempo para ser mãe e para vermos nossos filhos crescerem, tempo para abençoar nossa família, cuidar de nossos ancestrais, para envelhecer com sabedoria... para se repousar, se recolher e perceber o sentido sagrado de tudo isso; em nossos corpos, mentes e espírito. 
Pare para ouvir o conhecimento silencioso que espera para ser recuperado. 
Renascendo na essência de mulher cíclica, com a Terra e com a Lua. 
Resgatado nossa intuição, nossa força visionária e nosso poder de decisão sobre tudo aquilo que é importante para nós: nossos corpos sagrados, nosso valioso tempo, nossos rezos, nossos pequenos e grandes sonhos... Resgatando, passo por passo, nossa confiança e auto estima para prosseguir crescendo e transformando!
Tome graciosamente o seu poder pelas mãos, fazendo o tempo girar mais lento... E se torne testemunha desta bela revolução do feminino e de seu amor gentil. 
Te honro em profundo agradecimento, com todas bênçãos da Deusa. Fico te esperando mais tarde!
Morena

I'm back!

Faz um tempão que não publico nada no blog. 
Estava com a cabeça aleatória, tentando encontrar um lugar de pouso. Meses que esqueci o que fiz nesse tempo todo, focada em negócios que não eram meus, em tensões e preocupações desnecessárias que não eram minhas, na tentativa de acertar o tal compromisso diário que todos exigem de nós.
Oito meses depois, me conhecendo bem mais e melhor, vejo o que me serve e o que quero que fique pra trás. Voltando pra dentro de mim, posso encontrar meu caminho para um lugar bonito e, com a paz que a tranquilidade na alma nos trás, retornar ao Retalhos.

Retalhos de uma vida,
Retalhos de ideias,
Retalhos de sonhos,
Retalhos de uma confecção de alegrias.

I'm back!

17 de fevereiro de 2017

Em contato com a natureza: Construção alternativa, preservação e ecoturismo atraem visitantes para o oeste de Santa Catarina

A região oeste de Santa Catarina se tornou um ponto para visitantes e turistas que buscam se integrar à natureza e conhecer ações alternativas
Matéria colaborativa escrita por Daniela Prado, jornalista e Bibiana Rabaioli Prestes, advogada
Região oeste de Santa Catarina: você já ouviu falar? Não! Pois então você não sabe o que está perdendo! Esta região é essencialmente agrícola e por muitos anos não figurou como ponto turístico. Atualmente, no entanto, está se destacando pelas diversas opções para visitação e vivência, todas em contato com a natureza.
Embarque conosco nesta aventura e conheça um pouco do que esta região tem para te oferecer!
A casa viva no município de Guaraciaba
No interior do Município de Guaraciaba, na Linha Indiozinho, residem Ricardo Scalco e Letícia Sanzovo, ambos permacultores, em uma casa alternativa, construída a partir de técnicas de bioconstrução e permacultura
Casa viva bioconstruída tem atraído diversos visitantes para a região. Foto de Daniel Augusto Michel



O primeiro contato com a propriedade de Ricardo e Letícia traz à mente a sensação grata de que é possível passar por este mundo vivendo em harmonia com a natureza. A casa de bioconstrução, que se tornou ponto de visitação para curiosos e interessados na permacultura e levou três anos para ser construída, da à propriedade a cara dos permacultores que estiveram presentes e auxiliaram em todas as etapas da construção.
E imagine só: a principal fonte de sustentação da casa viva é terra, argila, palha, madeiras, pedras e materiais recicláveis como garrafas de vidro. Da pra acreditar? Pois é, vale a visita!
Ricardo e Letícia, de forma autodidata e com a ajuda de outros permacultores por meio de vivências em institutos de permacultura, estiveram presentes – e realizaram – desde o planejamento até a finalização da obra alternativa, que segundo eles nunca ocorrerá de fato, uma vez que a casa é viva e estará em contínuo aperfeiçoamento.
A edificação possui diversas técnicas e espaços alternativos como o telhado verde, que substitui os telhados convencionais por terra e grama; os tanques de evapotranspiração, que possibilitam a minimização dos impactos ocasionados pelos dejetos produzidos na casa. Além disso, a casa possui várias entradas de luz e ar, o que diminui o consumo de energia.
Além dos materiais que possibilitaram a edificação da casa e foram escolhidos considerando-se o menor potencial de impacto e agressividade à natureza e ao entorno da propriedade, praticamente todos os móveis também foram ou criados pelos permacultores ou são móveis inutilizados por outras pessoas, que foram resgatados, reaproveitados, reciclados e personalizados pelos próprios permacultores. Ainda, a propriedade conta com recursos naturais, como um riacho, uma cachoeira e uma agrofloresta plantada pelo casal a poucos metros da casa.
Tudo o que já foi realizado pelo casal faz parte de um projeto maior de permacultura, que visa à produção abundante de alimentos orgânicos. A educação também é ponto chave do projeto, que pretende levar estes conhecimentos aos agricultores familiares, jovens e a quem estiver interessado pois, a intenção dos permacultores é estruturar cursos para difundir este modo de qualidade vida. Estas ações buscam uma mudança em nível de região, fomentando a permacultura como opção alternativa de vida saudável.
Foto de Daniel Augusto Michel


Visitação na propriedade de Ricardo e Letícia
Os permacultores estão de portas abertas para receber visitas agendadas de todos os públicos, basta entrar em contato pelo endereço www.facebook/bioconstrucao ou pelo whatsapp 49 988081599 (Ricardo).
Ainda no oeste de Santa Catarina, uma Rota que apresenta as belezas naturais da região
Cerca de 40 quilômetros da cidade na qual os permacultores Ricardo e Letícia construíram sua casa, na cidade de Anchieta, no mesmo dia o grupo participou de uma Rota de Turismo Ecológico promovida pela Ar Livre Ecoturismo, a Rota dos Cânions, que visa demonstrar as belezas da região que é composta por planaltos com superfície elevada.
Com saída na sede da Ar Livre Ecoturismo, a Rota dos Cânions possui cinco pontos de visitação e é guiada por uma Kombi personalizada pelo organizador Anderson Cavasin que também conta com a ajuda de amigos e familiares para a concretização deste sonho antigo.

Foto de Daniel Augusto Michel

A Rota dos Cânions acontece desde o ano de 2010 na região movimenta a economia do município e traz novas possibilidades aos agricultores, uma vez que todos os pontos de visitação estão localizados na zona rural do Município. Para os próximos anos a ideia é a realização de uma Rota que envolva a gastronomia e a produção dos agricultores do município.

Os pontos de visitação
Dada a largada, a primeira parada foi a Gruta Cordilheira, uma queda d’água composta por cavernas com estalactites em formação, onde pode-se respirar um ar fresco enquanto o guia Anderson conta a história do lugar. Depois dali, mais um pedaço de chão até o Mirante dos Cânions, um lugar com ampla vista panorâmica, de onde é possível observar-se os planaltos da região e cidades próximas.
Foto de Daniel Augusto Michel
A poucos metros do Mirante dos Cânions, existe um Jabuticabal Nativo, com mais de cem árvores que foram provavelmente plantadas por indígenas há cerca de 200 anos, como relata Cavasin. Os agricultores da região aproveitam as jabuticabas para fazer doces, geleias, compotas e licores, que são comercializados nas feiras da cidade.
Foto de Daniel Augusto Michel
Andando por uma estrada com paisagens naturais exuberantes, chega-se ao quarto ponto turístico, a Cachoeira do Zamin, uma grande queda d’água onde se pode tomar banho. E, para finalizar a Rota, a chamada “luz de ouro” do pôr do sol brinda os participantes, a qual deu nome ao último ponto turístico da Rota, o Morro do Sol. No Morro do Sol, pilotos da Ar Livre Ecoturismo e da região também praticam o voo de parapente.
Voo de parapente no Morro do Sol. Foto de Daniel Augusto Michel

Foto de Daniel Augusto Michel
Contato da Ar Livre Ecoturismo – Rota dos Cânions:
São organizadas rotas periodicamente pela página do facebook: www.facebook.com/arlivreanchieta
Parceria entre os permacultores e a Ar Livre Ecoturismo
No próximo ano a equipe da Ar Livre Ecoturismo e os permacultores Ricardo e Letícia pretendem realizar PDCs (Cursos de Design em Permacultura) em parceria a fim de propagar as técnicas alternativas utilizadas pelo casal na sua propriedade.
#RotadosCânions #Bioconstrução

21 de janeiro de 2017

"Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀⠀ ⠀ ⠀
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem –
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo
Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraída para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram – mestres do seu ser, de sua solidão -felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os rodeia." Osho